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XVIII Encontro Nacional dos Grupos Bíblicos

 

 

A Festa da Misericórdia

 

Ó Deus de amor e de clemência,

Maria, Mãe de Misericórdia,

ao Mundo envolto na violência,

mandai a paz e reine a concórdia.

 

 

Desde Setembro de 2006, foi este o refrão do Hino que juntou largas centenas de Grupos Bíblicos de todo o país e do estrangeiro para estudarem e celebrarem a Misericórdia de Deus e se comprometerem a vivê-la melhor cada dia. Nos dias 23 e 24 Acolhimento à Palavrade Junho deste ano, os mesmos Grupos juntaram-se para a Festa da Misericórdia, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima. Este foi, já, o XVIII Encontro Nacional dos Grupos Bíblicos, repartido, como de costume, pelo Convívio e a Vigília de Sábado e pelas Laudes e Eucaristia de Domingo.

 

A abrir o CONVÍVIO, elementos do Secretariado Bíblico da Área de Lisboa e do pró-Secretariado Bíblico de Samora Correia desceram solenemente a Bíblia até ao palco por entre a Assembleia. A precedê-la, cartazes com as palavras: Piedade, Paz, Perdão, Bondade, Misericórdia, Salvação, Esperança, Ternura, Justiça, Santidade, Tolerância, Mansidão, Fidelidade, Benignidade, Compreensão, Caridade, Amor, Doçura, Clemência, Graça.

 

Então, o frei Acílio Mendes, Ministro Provincial dos Capuchinhos, evocou três acontecimentos: a XXIX Semana Bíblica Nacional, onde foi lançado o tema da Misericórdia, a ida do Papa a Assis no dia 17 desse mês e o anúncio de um Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus para Outubro do ano 2008.

 

Seguiram-se testemunhos de Arcozelo, S. Miguel (Açores), Oliveirinha (Aveiro) e Costa do Valado. O frei Arantes saudou o Grupo “Boa Nova” e o Grupo de Sabrosa, que cumpriam 25 anos de vida, e recordou as principais Actividades do Secretariado Nacional de Dinamização Bíblica em 2006-2007, sem incluir as realizadas no Centro Bíblico dos Capuchinhos, em Fátima, que pela primeira vez desenvolveu um programa anual.

 

Sob a animação da Luísa Abreu e do frei Luís, foram depois apresentadas várias encenações: A Semente da Palavra (Tentúgal, Coimbra), Magnificat (Arcozelo, Barcelos), Jesus Cristo acolhe a todos, ricos e pobres (Belas, Lisboa), Ao Deus da Misericórdia (Raposos, Famalicão da Nazaré), Canções Populares (Grupo da Amora), Jesus é a Luz do Mundo (Lijó, Barcelos), Jesus Cristo, rosto da Misericórdia de Deus (Oiã, Aveiro), Misericórdia de Deus – Sodoma e Gomorra (Samora Correia), Construtores da Misericórdia divina (Baixa da Banheira), A Misericórdia de Jesus pela mulher pecadora (Tramagal), A oferta de Caim e Abel (Grupo JOBIFRAN de Gondifelos, Famalicão), Primavera de Deus (Coimbra).

 

A VIGÍLIA propôs o tema da paz com base na Palavra de Deus e em S. Francisco. Foi animada pelo Secretariado Bíblico Regional de Coimbra e presidida pelTrono da Bíbliao frei Arantes. Utilizando linguagem variada – leituras da Bíblia e da vida de S. Francisco, cânticos, momentos de silêncio, orações, gestos, símbolo, preces litânicas e PowerPoint – conseguiu criar um clima sereno e profundo, muito favorável à oração.

 

As LAUDES de Domingo, presididas pelo frei António Martins, foram animadas pelo pró-Secretariado Bíblico de Guimarães/Vizela. Seguindo o esquema oficial da Liturgia das Horas, o Hino “Deus da Libertação” foi encenado com Música, sendo depois cantados os salmos. Nesta Hora de Louvor, foi especialmente recordado o frei Manuel Arantes, antecipando os 50 anos de Vida Consagrada que ele iria celebrar no dia 2 de Agosto.

 

Finalmente, a EUCARISTIA, presidida pelo frei Herculano Alves, foi concelebrada por vários irmãos capuchinhos mais ligados ao Movimento Bíblico: frei Acílio Mendes, frei Manuel Arantes, Morgado, frei António Martins, frei Luís Gonçalves e frei Pedro Ferreira Martins. Foi animada pelo Secretariado Bíblico Regional de Aveiro, que deu especial relevo ao Ofertório com uma panóplia de símbolos explicados e cantados.

 

Uma vez narrados os factos, seja permitido ao repórter um comentário de rodapé: chamando-se Encontro, a esta Festa da Palavra, é bom que os participantes se interroguem se desejam mesmo encontrar-se com outros. Por vezes fica a impressão de que certos Grupos vão apenas para representar algum quadro cénico, porventura demasiado longo para a circunstância. E porque vestem a pele de meros actores, enquanto não chega a vez do seu “espectáculo” não escutam os outros que foram lá com toda a boa vontade; e depois, cumprida a sua “tarefa”, lá se vão de abalada. Note-se que a impressão não é apenas deste ano, em que alguns Grupos teriam outros compromissos locais ou familiares na noite e dia de S. João.

 

 

frei Lopes Morgado

(texto e fotos)

 

 
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