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Colóquio: "Pessoa e Missão"

 

 

"PESSOA E MISSÃO"

Colóquio

 

 

Na noite de sexta-feira, dia 25 de Janeiro, a Cripta dos Capuchinhos de Gondomar foi acoOradores do Colóquiolhendo todos os que, sensibilizados pelo anúncio deste colóquio, trocaram a comodidade dos seus lares e TV para verificarem se o conteúdo saciaria o apetite “aguçado” com a campanha promocional. E as cadeiras – à volta de 150 – ficaram todas ocupadas. O GAM (Grupo de Acção Missionária) – sente-se recompensado pela adesão da Comunidade e animado a continuar com estes eventos culturais.

 

Se no primeiro colóquio, realizado no dia 5 de Outubro de 2006, abordamos este mesmo tema fazendo realce da missão do médico, do enfermeiro, do jornalista, do Sacerdote, desta vez a derivação direccionou-se para a Missão – Social.

 

Depois de uma pequena intervenção do Fr. António Pojeira, explicativa da motivação desta acção,  demos a palavra aos nossos convidados, escolhidos como pessoas do “terreno”.

 

A primeira intervenção foi do Fr. Hermano Filipe, OFMCap, que calcorreou as terras de Timor como enviado em missão, e abordou o tema desde a perspectiva específica do Missionário. E disse-nos que este não vai para a Missão com o intuito de fundar escolas, hospitais, dispensários, etc. A sua acção é a evangelização.  No entanto, frisou, colateralmente, o seu trabalho ganha uma dimensão social muito positiva. E citou os exemplos do Missionário que percorre “quilómetros e quilómetros” para se encontrar com um reduzido grupo de pessoas que vivem em povoações isoladas; do irmão que faz de mecânico para ajudar a comunidade; do frade que reúne jovens para lhes ensinar música ou a tocar algum instrumento musical; ou daquele que – na ausência de professores - se disponibiliza para dar aulas de português e inglês; ou quando organiza convívios com idosos; ou quando trabalha, mesmo manualmente, com e para a comunidade. Resumindo, o missionário tem uma perspectiva global da acção missionária. Mas a grande preocupação não pode estribar-se em estruturas meramente sociais.

 

Outro dos intervenientes foi o Pe. Serafim, entusiasta, amigo e membro activo dos “companheiros de Emaús”. Explicou-nos a razão de ser do nome dessa prestigiada Associação. Deixou confusos aqueles que deitam ao lixo móveis, utensílios, electrodomésticos, etc., em bom estado, quando eles podem ser meio para angariação de fundos para sustentar as comunidades dos companheiros de Emaús.

 

Calou profundamente nos ouvintes o testemunho do Sr. Constantino Lopes, do GASC (Grupo de Acção Social Cristã) de Barcelos. A abordagem que fez da génese e evolução do GASC, da sua acção e sonhos para o futuro, do trabalho voluntário e abnegado dos membros do Grupo, das pessoas e famílias que são socorridas, das ajudas que recebem e distribuem, da credibilidade conquistada através duma acção consistente, porfiada e eficaz, deixou marcas no coração de todos.

 

Finalmente, intervieram duas técnicas da acção social na autarquia local e municipal, respectivamente, Drª Angela Barbosa e Drª Helena Loureiro, delegadas do Presidente da Junta da Freguesia de Gondomar e do Vereador da Cultura que tutela a acção social municipal. Cada uma delas divulgou – e era esse o propósito – os programas de intervenção que a nível oficial podem responder às dificuldades e problemas sociais com que nos deparamos no nosso dia a dia. E ficamos a saber que a Junta da Freguesia, entre outras acções – custeia as refeições servidas numa associação cultural – aos pobres (mais de quarenta) que não têm meios para a sua alimentação. Gostariam de alargar a sua acção a muitas outras áreas mas carecem de espaços físicos adequados para o efeito.

 

Os programas sociais tutelados pela Acção Social da Câmara Municipal, são tantos e variados que, por serem desconhecidos, não são tão requeridos pelos interessados como seria de esperar. E umas das finalidades deste colóquio era mesmo este: que todos os interessados em usufruir ou em ajudar quem precisa, saibam  a quem  se podem dirigir para ultrapassar as dificuldades com que se  deparam ou vivem.

 

Este encontro de divulgação mereceu o aplauso da grande maioria dos presentes. A exclamação geral era esta: existem meios e “eu não sabia!....

 

Deixamos aqui o nosso muito obrigado ao GAM, pela organização, aos intervenientes, pela disponibilidade e forma como comunicaram, aos presentes, pela adesão a este tipo de organizações.

 

 

Frei António Pojeira com o Grupo de Acção Missionária

 

 
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