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"Via Lucis" vocacional em Barcelos

 

 

"VIA LUCIS" VOCACIONAL EM BARCELOS

 

No passado Sábado, dia 12 de Abril, por volta das 21h30, umas 200 pessoas juntaram-se na Igreja de Santo António, em Barcelos, para percorrer, em Comunidade e com o Ressuscitado, o «CAMINHO DA LUZ». Inicialmente, a ideia era percorrer as ruas contíguas à Igreja, mas a «irmã chuva» não o permitiu.

 

umas 200 pessoas juntaram-se na Igreja de Santo António, em Barcelos, para percorrer, em Comunidade e com o Ressuscitado, o «CAMINHO DA LUZ»

 

Foi então, no aconchego do templo, que o frei Acílio Mendes, Ministro Provincial dos Capuchinhos, deu início a esta celebração pascal. Outros sacerdotes fizeram-se presentes: o Sr. Pe. Abílio Cardoso, Prior da Paróquia de Santa Maria Maior, o frei Manuel Pires, Guardião da Fraternidade de Barcelos, e o frei Manuel Gameiro.

 

No rosto do Povo de Deus notava-se o calor da chama pascal que, mais uma vez, se acendia para celebrar a Festa da Esperança e de uma Vida Nova oferecida por Deus em Cristo Ressuscitado.

 

A ideia era simples: as gerações acompanharam durante séculos Cristo a caminho do Calvário, numa das mais formosas devoções cristãs, a Via Crucis (Via Sacra), surgida da espiritualidade franciscana. Porque não tentar - não “em lugar de”, mas “além de” - acompanhar Jesus também nas catorze estações do seu triunfo?

 

Em cada uma das 14 “glórias” (= estação na via crucis) escutamos um texto bíblico e, de acordo com ele, uma meditação escrita pelo Pe. José Luís Martín Descalzo. Grande parte do “sucesso” deveu-se ao trabalho das cerca de 35 pessoas que compunham o grupo coral e que contagiaram a assembleia com maravilhosos cânticos pascais.

 

Cerca de 35 pessoas compunham o grupo coral e contagiaram a assembleia com maravilhosos cânticos pascais

 

Percorremos este caminho da luz inserido na 45ª Semana de Oração pelas Vocações. Rezamos, antes de mais, pelo objectivo mais profundo da vida de cada Cristão ou, se quisermos, pela “vocação” a que todos somos chamados: ser feliz em Deus. Falamos da vocação à santidade, a que todos somos chamados pelo Baptismo: «assim como é santo aquele que vos chamou, sede santos, vós também» (Cf. 1Pe 1,15)

 

Mas rezamos ainda, e sobretudo, pelas vocações sacerdotais e religiosas para que os jovens se disponham a escutar a voz de Deus que continua a chamar alguns de entre os seus discípulos para um seguimento mais radical de Seu Filho, Jesus, e para os enviar a anunciar o Evangelho a toda a parte.

 

Foi a primeira vez que se fez a “Via Lucis” na Comunidade Cristã de Santo António. Oxalá tenha sido a primeira de muitas para que a alegria pascal, celebrada nesta caminhada de fé, continue a inundar os corações dos cristãos desta Comunidade.

 

 

 

Frei Hermano Filipe

Fotos: Susana Fernandes

 

 

 

 

A Via Lucis

«Recentemente, em diversos lugares, tem-se difundido um exercício de piedade denominado Via lucis. Nele, como acontece na Via Crucis, os fiéis, percorrendo um caminho, meditam nas diversas aparições em que Jesus - desde a Ressurreição à Ascensão - manifestou a sua glória aos discípulos e os confirmou na fé.

Mediante o exercício da Via lucis, os fiéis recordam o acontecimento central da fé - a Ressurreição de Cristo - e a sua condição de discípulos que, pelo Baptismo, sacramento pascal, passaram das trevas do pecado à luz da graça.

A Via lucis pode converter-se numa óptima pedagogia da fé: da Cruz à Luz. Com a metáfora do caminho, a Via lucis, leva-nos da constatação da realidade da dor à esperança de alcançar a verdadeira meta do homem: a libertação, a alegria, a paz, que são valores essencialmente pascais.

A Via lucis, finalmente, numa sociedade que com frequência está marcada pela “cultura da morte”, com as suas expressões de angustia e apatia, é um estímulo para estabelecer uma “cultura da vida”, uma cultura aberta às expectativas da esperança e às certezas da fé.»

segundo o nº 153 do “directório sobre a piedade popular e liturgia” da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (Vaticano, 2002)

 

 

 
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