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A segunda Comunidade será em Díli

Quando o crocodilo chegou e descansou neste Sol-Nascente nunca pensou que os seus habitantes dariam origem a tantas línguas, tantas invejas e guerras e, ao mesmo tempo, a tantas belezas naturais, tragédias lendárias e histórias fantásticas.

Mas, este povo não é infeliz. Talvez feliz, pela negativa: de facto, nas ruas não se vêem mutilados de guerra, não há deficientes, não há crianças tristes; não se ouvem rádios nem telefones, nem vêem onde está a sua necessidade. Não é rico, não é alegre, não é desgraçado. Não é infeliz.

A nova equipa missionária em Laleia vai preparando o Natal à sua medida e maneira: enquanto Frei Fernando Alberto consegue sentar 500 crianças no banco da catequese, a proeza é também de Frei Clemente conseguir tirar da papaia bons bifes de karau; enquanto Frei Rito ensaia andar pela esquerda (na estrada), a grande missão está na capacidade do engeneiro-todo-terreno, Frei José Luís, cuja oficina é lugar de dar catequese, ensinar língua portuguesa e remendar pneus.

Às vezes vamos à praia. Tanto mar para tão pouca gente! Ao longe, vê-se uma das ilhas da Indonésia. Dá para tomar banho (e que água!), mas sempre com um olho no almoço e o outro no lafaiek (crocodilo). Quando chegamos a casa, o tempo e a agenda de trabalhos estão sentados à porta. Nada ficou por fazer.

O Frei José Luís é o Franciscus-de-Laleia, só porque, um dia, que foi às compras a Manatuto o identificaram, não como malae (estrangeiro), mas como um franciscano em Laleia.

O Frei Rito é o”alin-mane” (o irmão mais novo) da casa. Estranhou ao ver as cabras e ovelhas entrar em todos os quintais de igreja, os galos cantar a qualquer hora do dia e da noite, os porcos passear em todas as estradas e os tokees (lagarto cantante) em tudo o que é ponta de árvore. Apesar de tudo, oito dias depois de ter chegado já celebrava (lendo) em Tétum. Diz ele que, em Timor, aprendeu mais tétum em 30 dias do que, em Angola, kimbundo, em 30 anos. Também não explicou porquê.

Garden house” era o nome pomposo que estava sobre o telhado da casa que a nova fraternidade de Dili pensa alugar. Sem ninguém ter dito nada, a proprietária mandou retirar aquelas palavras. Intuitivamente, lá terá descoberto que os franciscanos pensavam transformar aquele “garden” em lugar de Paz e aquela “house” em casa de Bem.

Casa de Díli - segunda comunidade dos Capuchinhos em Timor (clique para ver mais fotos)

Todos estamos mais magros, mas temos mais saúde; a tensão arterial é normal, o colesterol anda pelos 170 e todos pertencemos à Confraria dos Amigos da Sesta.  »» ver mais fotos

Frei Manuel Rito Dias

 

 
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