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(AD)VENTOS DE PAZ

 

 

(AD)VENTOS DE PAZ

 

 

 

O ADVENTO está trazendo alguns ventos de paz a Timor-Leste. A cidade vai retomando lentamente o seu ritmo e fisionomia habituais. As escolas e repartições públicas funcionam, o comércio está aberto nas horas do costume, os mercados populares estão abastecidos, embora alguns tenham mudado de lugar, os transportes vão retomando as ligações com os bairros da cidade e com os distritos do interior.

Restam, porém, ainda os sinais da violência e da destruição.

Restam também alguns milhares de deslocados em várias instituições religiosas. Muitos viram os seus bens destruídos; outros não acreditam nos ainda débeis sinais de paz.

 

«Muitos não acreditam nos ainda débeis sinais de paz»

 

 

DIA 12 DE NOVEMBRO é dia de saudade, oração, memória e peregrinação. No cemitério de Santa Cruz lá estiveram muitos familiares das vítimas, para recordar e sobretudo pedir o “nunca mais” outro 12 de Novembro de 1991. Às 07 horas da manhã, o Bispo da diocese, D. Alberto Ricardo, celebrou missa na igreja de Motael, a igreja mais emblemática na história da libertação de Timor, devido aos muitos acontecimentos ali registados e ligados à resistência contra a Indonésia. Seguiu-se depois uma romagem ao cemitério de Santa Cruz, onde a oração, o apelo à paz e o amor à pátria foram evocados, à mistura com algumas vozes políticas, numa serena manifestação popular.

 

 

MAS, 28 DE NOVEMBRO é dia de festa. O país tem agora 31 anos de independência. Foi um gesto unilateral do povo de Timor, através dos partidos que, na altura, lutavam pela libertação. Enquanto Portugal lavava as mãos no Tasi Feto, e se refugiava, pelo mar do norte, na ilha d Ataúro, a Indonésia preparava-se para entrar no Tasi Mane, pelo mar do sul. No intervalo dos dois cenários, um grupo de corajosos nacionalistas assumia o risco da independência para os timorenses.

 

 

O sub-distrito VERA CRUZ, do qual faz parte o bairro de Motael esteve em festa durante uma semana, para comemorar o Dia da Independência. 

A fraternidade capuchinha esteve presente, como membro residente do bairro e como convidada a orientar a oração no dia da abertura e do encerramento. De facto, todos os grandes acontecimentos do país, culturais ou políticos, desportivos ou escolares, iniciam e terminam as suas actividades com um momento de oração.

 

Uma das equipas que participou nos jogos do sub-distrito de Vera Cruz

 

 

SÃO PEDRO E SÃO PAULO

CONTRA SÃO FRANCISCO E SÃO JOÃO BOSCO

Foi um jogo de alta competição no seminário inter-diocesano de Dili.

Ninguém foi expulso durante o jogo e ninguém foi parar ao hospital no fim.

O seminário de Dili (São Pedro e São Paulo, padroeiros) defrontaram os alunos salesianos e franciscanos que frequentam o mesmo seminário. O resultado de 4-2 a favor dos diocesanos tem alguma lógica e aceita-se, uma vez que os diocesanos jogavam em casa e os seus santos patrocinadores são “solenidade” em toda a Igreja. Desportivamente, São João Bosco viveu um bom momento de alegria com os jovens e São Francisco sentiu-se feliz mais uma vez como o “menor” entre os mais pequenos.

 

 

O EVANGELISTA DO ANO é São Lucas. Também em Laleia, onde o pároco, Frei Fernando promoveu um curso bíblico sobre este Evangelista.

Trata-se uma actividade de formação permanente para os leigos da paróquia, destinada sobretudo aos membros dos vários movimentos de apostolado.

Infelizmente, em Timor, (só em Timor?) os movimentos de leigos não passam de instituições, mais ou menos burocráticas, formais, com muito pouca formação cristã e, por vezes, com total desconhecimento do carisma do próprio grupo.

Neste curso estão envolvidos todos os sectores leigos da paróquia e todos os missionários.

 

 

FREI HERMANO ESTEVE EM RAIBUA (Laleia), acompanhando Frei Fernando Alberto, numa visita pastoral a uma das aldeias mais distantes da paróquia.

Foram três horas de caminho por sem caminho, seguindo apenas o areal da ribeira, na ocasião, quase seca.

Como é sabido, Laleia não é terra estranha para Frei Hermano. Ali passou a primeira fase da sua acção missionária e ali tem ainda muitas amizades e razões para voltar por vezes.

Voltou a Timor para uma segunda missão e, como sabemos, por vontade própria, por novamente sentir o apelo das missões. Está devidamente integrado num novo ambiente, em Dili, onde frequenta o Seminário Maior da diocese e colabora, dentro da fraternidade, na formação dos postulantes.

 

Frei Manuel Rito Dias,

Díli, 15 de Dezembro de 2006

 

 
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