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Páscoa intercontinental

 

 

PÁSCOA INTERCONTINENTAL

 

 

O TRIÂNGULO CONTINENTAL

 

A presença entre nós dos três provinciais capuchinhos durante o mês de Janeiro começa a ter as suas consequências na aproximação dos 3 continentes nesta ilha.

De facto, Europa, Oceânia e América do Sul vão encontra-se novamente, mas a outros níveis, de maneiras mais variadas e estáveis.

No próximo dia 16 de Abril chegam de Austrália a Dili 2 pós-noviços (frei James e frei Thomas) e seu mestre de formação (frei Robert), para estarem com os capuchinhos e o povo de Timor durante várias semanas.

Pouco depois virá do Brasil mais um irmão, o frei Vandeí Santana, para integrar a fraternidade de Díli.

 

Aspirantes, Irmãos Capuchinhos e Ministros Provinciais de Portugal, Austrália e Bahia

 

Entretanto, dois jovens postulantes rumarão a Sidney no próximo mês de Julho. Participarão na Jornada Mundial da Juventude e tomarão parte em diversas actividades com cerca de 40 jovens capuchinhos da Conferência Ásia-Pacífico.

 

PÁSCOA 2008

 

Não tem importância saber

do costume, ainda em vigor, de tapar a cara aos santos nas igrejas durante o tempo de Paixão;

que as pessoas não se cumprimentarem durante todo o dia de Sexta Feira Santa;

ter escutado no próprio dia de Páscoa um cântico de Quaresma e outro do Natal;

no Glória da Vigília Pascal, em vez de campainhas e sinos, terem tocado as matracas (ou “mandráculas”, como se diz no Soito).

ver dois sacristães, no domingo de pascoela, a controlar o trânsito em frente à igreja de Motael, tendo obrigado a recuar inclusive dois carros da polícia.

 

O importante é ver

as igrejas de Dili repletas de cristãos para a sua confissão de Páscoa;

o silêncio de Sexta-Feira Santa em todas as cidades, com ausência total de comércio e transportes;

o levantamento do “estado de sítio” no Sábado Santo para permitir que o povo pudesse participar nas cerimónias litúrgicas;

a visita pascal às famílias em Laleia no dia de Páscoa. Uma tradição em vias de extinção em Portugal, está aqui a começar a sua via de desenvolvimento com grande aceitação por parte das populações. Há, porém, algumas diferenças:

não há saca para o dinheiro,

ninguém fecha a porta e a ninguém se nega a entrada,

em vez de foguetes, pão-de-ló e almoços finais… há muitas crianças, bênção da família e missa de encerramento.

 

Em louvor de Cristo e seu servo Francisco. Ámen.

 

 

 

frei Manuel Rito,

Missionário em Díli (Timor-Leste)

 

 
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